Tempo duro, este em que esta escuridão húmida e resistente nos fecha a visão, nos tolda os sentidos, nos cerra a boca e baixa a cabeça.
Para quando aqueles dias de Sol, cheios de luz, que nos aquecem a alma, nos libertam e amplificam os sentidos?
No passado Domingo captei esta imagem. Aquela luz que está escondida, tímida, com medo, fechada, guardada, sem cumprir a sua missão, por vezes sente aquela vontade de romper e aparecer feliz, resplandecente, mas, infelizmente, parece viver ainda sem força.
Quanto tempo mais vamos todos esperar por essa luz, linda, quente, alegre, viva?
21.1.10
17.1.10
Para ouvir e seguir
Beach House, uma dupla californiana com bom som.
Este Norway sabe muito bem!
Este Norway sabe muito bem!
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música
13.1.10
Obviamente, Douro
Neste inverno duro, em que não passa uma semana sem avisos meteorológicos, ora pelo frio, ora pela chuva, ora pelo vento, tive a oportunidade de ver um cenário que ainda não conhecia: o Douro em época de cheias.Por estes dias, e quando observado lá do alto dos miradouros vinhateiros, este rio justifica claramente o seu nome. Corre com uma tonalidade acastanhada, mas brilhante, reflectindo as margens.
Douro, claro!
Nota: infelizmente as fotografias não descrevem a imponência do cenário e a bruma que se levantava do rio não permitiu uma fotografia límpida. Fica uma pequena amostra e a minha memória.
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eu
12.1.10
Um novo lar?
Ao longo dos tempos a curiosidade humana fez alguns de nós olhar o que nos rodeia e procurar perceber o que eram, de que eram feitos, como se comportavam. Enquanto uns fixaram a sua atenção nos animais, nas plantas, outros fixaram o céu e procuraram ver mais além. Perceberam que as pequenas luzes fixas, ou nem tanto, no céu eram outros mundos, mundos onde sempre se fantasiou a existência de seres estranhos. Humanóides com 3 pernas, 6 olhos e 4 braços, deuses benevolentes ou tiranos, de acordo com o gosto de cada um ou a vontade de provocar inquietação.
Em pleno séc. XXI os cientistas mantêm essa atitude inquieta de querer ver mais além. Nos últimos tempos tem sido revelada a descoberta de novos exoplanetas (planetas fora do sistema solar) a um ritmo muito interessante.
Esta semana foi anunciada a descoberta do segundo exoplaneta mais pequeno encontrado até hoje, com apenas 4 vezes a massa da Terra e que orbita o seu "Sol" dentro da faixa considerada como habitável por vida idêntica à da Terra. Com uma órbita de apenas 4 dias e a uma distância de 80 anos luz, o planeta HD156668b pode ser um longínquo refúgio de vida.
O exoplaneta mais pequeno tem apenas 2 vezes a massa da Terra, mas tem uma órbita muito próxima da sua estrela.
Outros se seguirão, mais pequenos, com órbitas maiores e, eventualmente, mais próximos da nossa casa.
Será que estamos a descobrir um novo lar para a humanidade?
Imagem: Publico Online 21/01/2010
Em pleno séc. XXI os cientistas mantêm essa atitude inquieta de querer ver mais além. Nos últimos tempos tem sido revelada a descoberta de novos exoplanetas (planetas fora do sistema solar) a um ritmo muito interessante.
Esta semana foi anunciada a descoberta do segundo exoplaneta mais pequeno encontrado até hoje, com apenas 4 vezes a massa da Terra e que orbita o seu "Sol" dentro da faixa considerada como habitável por vida idêntica à da Terra. Com uma órbita de apenas 4 dias e a uma distância de 80 anos luz, o planeta HD156668b pode ser um longínquo refúgio de vida.
O exoplaneta mais pequeno tem apenas 2 vezes a massa da Terra, mas tem uma órbita muito próxima da sua estrela.
Outros se seguirão, mais pequenos, com órbitas maiores e, eventualmente, mais próximos da nossa casa.
Será que estamos a descobrir um novo lar para a humanidade?
Imagem: Publico Online 21/01/2010
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ciência,
futuro,
sociedade,
tecnologia
As cebolas energéticas!
Cebolas energéticas?!
Isso mesmo.
Uma cebola cortada ao meio, duas lâminas de zinco e duas outras de cobre, uma torre com um LED e ... não funcionou!
Tive mesmo de acrescentar uma outra cebola, mais uma lâmina de cobre e outra de zinco e reforçar a ligação paralela. E depois, sim, o LED apresentou um ligeiro sinal vermelho.
Para fazer a fotografia precisei de luz, obviamente, mas acreditem quando desliguei a luz do meu laboratório, nem imaginam como era vivo aquele LED vermelho. Bem vivo! ;)
Isso mesmo.
Uma cebola cortada ao meio, duas lâminas de zinco e duas outras de cobre, uma torre com um LED e ... não funcionou!Tive mesmo de acrescentar uma outra cebola, mais uma lâmina de cobre e outra de zinco e reforçar a ligação paralela. E depois, sim, o LED apresentou um ligeiro sinal vermelho.
Para fazer a fotografia precisei de luz, obviamente, mas acreditem quando desliguei a luz do meu laboratório, nem imaginam como era vivo aquele LED vermelho. Bem vivo! ;)
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ciência
5.1.10
8h10 e o Sol a aparecer
Pela manhã, a caminho do trabalho, tive a oportunidade de assistir ao nascimento do Sol. Coisa impossível nas últimas semanas de chuva.
Depois de um jantar de véspera de Reis, deixo o meu kit no descanso a aguardar uma nova experiência.
Descanso?! Sim, isso mesmo, porque o Sol já desapareceu há muito.
Até depois! ;)
Depois de um jantar de véspera de Reis, deixo o meu kit no descanso a aguardar uma nova experiência.
Descanso?! Sim, isso mesmo, porque o Sol já desapareceu há muito.
Até depois! ;)
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eu
4.1.10
Primeira bateria ecológica
E pronto, fechei-me no meu laboratório doméstico, sítio de outras experiências, de outras misturas e, apetrechado com um kit de ciência, uma faca e um limão, construí a minha primeira bateria ecológica.
Um limão partido ao meio, duas lâminas de cobre, outras duas de zinco e um pequeno relógio digital.
Ah, ah, funciona!
Consegui fazer com que os electrões se desloquem entre as lâminas e criem uma corrente suficientemente forte para ligar o relógio digital.
Assim que decidi guardar um registo fotográfico da minha primeira bateria, ...
brrrhhh ...
"Troque a pilha da sua máquina fotográfica!" ;)
Curioso, não?
Mas lá consegui um registo.
Um limão partido ao meio, duas lâminas de cobre, outras duas de zinco e um pequeno relógio digital.
Consegui fazer com que os electrões se desloquem entre as lâminas e criem uma corrente suficientemente forte para ligar o relógio digital.
Assim que decidi guardar um registo fotográfico da minha primeira bateria, ...
brrrhhh ...
"Troque a pilha da sua máquina fotográfica!" ;)
Curioso, não?
Mas lá consegui um registo.
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