22.5.12

E 'Prometheus' encontrou o 'Alien'

'Alien' é o nome de uma aventura cinematográfica com mais de 30 anos que nasceu do texto de Dan O'Bannon, criador de vários outros clássicos de ficção científica, e do génio de Ridley Scott. Mas havia uma parte da história do 'Alien' por contar. 33 anos depois da estreia de 'Alien' Ridley Scott apresenta 'Prometheus'. E isto promete!
Os trailers são intensos, fabulosos. Não preciso das imagens para querer ver o filme, tal é a intensidade, a força dos efeitos sonoros.
Depois da vergonha, Fassbender passa a ser um robot; já vi uma conferência TED de março de 2023 (terei apenas 45 anos, portanto) e temos a Charlize Theron.
Bem, o meu apetite é muito. Estreia a 7 de junho.


17.5.12

Pelo Natal o amor anda no ar


Hoje encontrei este gráfico, bem interessante, que marca a escuro os dias em que mais crianças nasceram, entre os anos de 1973 e 1999. Não consegui perceber se os dados se referem apenas aos EUA (é bem provável).
(Via swiss-miss)

11.5.12

São tantas as receitas, que intoxicam

Por várias razões, muitas vezes com medo e sempre sem rede, levo mais de 10 anos de trabalhos por conta própria e, desde uma aula na universidade em 96 que me levou a assinar a 'Executive Digest' tornei-me um consumidor diário de artigos e livros de gestão. Isto até ao momento em que já não eram as receitas de outros que faziam o meu dia-a-dia, mas sim as minhas receitas, o meu 'jogo de cintura', a minha capacidade para me relacionar com clientes, fornecedores e pessoas que foram trabalhando comigo. Recordo-me de um sábado de arrumações em que me desintoxiquei de uns 6 ou 7 anos de 'Executive Digest's'. Ah, bendito eco-ponto!
Mas hoje vou deixar uma receita para empreendedores, a minha:
1. Reduzir ao mínimo as nossas necessidades de dinheiro;
2. Ter uma enorme capacidade para olhar para a carteira e vê-la vazia;
3. Construir relações fortes com clientes e fornecedores;
4. Manter gente boa por perto, manter amigos por perto;
5. Fazer mais que o que nos é pedido, surpreender;
6. Gostar daquilo que se faz;
7. Participar na sociedade, estar presente, dar sem esperar receber nada em troca;
8. Resistir a tempos difíceis, a 'facadas', ver cair, e ser capaz de, com um sorriso nos lábios, erguer novamente;

Esta será a minha receita. Não promete riquezas, promete dificuldades.
Temos apenas de procurar ser felizes e livres num ambiente de dificuldades que vamos encontrando.

(este post também pode ser lido aqui)

7.5.12

Mães que são mais que canções, livros ou filmes

Ontem foi dia da mãe.
Lemos, ouvimos e vemos histórias em livros, canções ou filmes, histórias daquelas de amor que fazem as mulheres chorar e sonhar com príncipes encantados e finais felizes; e que fazem homens esconder-se por trás de máscaras frias e duras de uma falsa apatia. Lá terá de ser.
São histórias infinitamente contadas, mas... e as histórias verdadeiras? Aquelas que vamos conhecendo por aí.
A minha mãe não vai ler isto, mas ela é metade de uma das mais incríveis histórias de amor que conheço. Como tantas outras histórias, esta resistiu à separação pelas armas de São Bento e recebeu a bênção e graça de Deus. Não terá sido por este, mas pela força do amor que resistiu a todo aquele tempo de trabalho, de contrariedades, de dúvidas e da mais cruel das batalhas, que nunca vencida, mas resistida, de pé, com beijos e abraços, lágrimas de dor e sorrisos de alegria, até que, como um dia a meio de Agosto lhes fizeram desnecessariamente jurar, a morte os separe.
Mãe, obrigado!

1.5.12

Sobre dar sem esperar nada em troca

Nas creative mornings organizadas pela Tina aka swissmiss o último convidado foi Simon Sinek que fez uma apresentação fabulosa e inspiradora que fala de relações de trabalho, de relações entre pessoas, de dar e de receber. É tempo ganho.

27.4.12

A nossa ajuda no trabalho dos outros

O nosso trabalho na agitato permite-nos acompanhar e fazer parte de vários produtos, serviços, projectos, o que é de facto, o que mais me agrada. Há relativamente pouco tempo iniciámos uma colaboração com uma instituição privada de solidariedade social que tem vindo a desenvolver, para além de outros, um trabalho de valorização da pessoa idosa que me agrada particularmente.
O cuidado com a imagem e o valor das histórias de vida daqueles idosos que por ali passam os dias e onde, em breve, terão o seu 'Porto de Abrigo' merece o meu aplauso.
Um dos serviços que temos prestado é a ilustração dos rostos dos idosos. Desenhadas pelo Hugo é um serviço que nos deixa orgulhosos. Obrigado aO Abrigo.


21.4.12

Os meus ficheiros perdidos - parte II

O passo hesitante,
a voz quase muda...

sim, porque nunca percebi:
podemos ser uns grandes engatatões, cheios de confiança e convencimento, mas dizer o que se sente, nos olhos da menina por quem brilham os nossos... ficamos estranhamente emudecidos.

Intrigante esta relação entre coração e palavra. Sempre funciona melhor transformar uma folha branca num emaranhado de letras escritas numa ordem determinada por sentimentos que a língua trava.

Bem, mas dizia eu que:
com o passo hesitante e a voz  quase muda, avançou. A menina da lua estava ali, com o sorriso e o brilho no rosto que só poderia ser das estrelas.

- Danças comigo?

A música marcava os passos, mas os passos desalinhavam com os sons. Os passos, como a voz, ficavam hesitantes numa dimensão de dúvida, num mundo de infinita certeza, marcada por uma dúvida impossível, levando-o para um estado de ansiedade trémula onde vivem os que amam para dentro.
A música terminou.

- Nem correu mal!

Ele sentiu na mão dela a força que precisava para a levar da sala, para fora, onde o céu, aberto, cheio de brilho encantado de tantas outras estrelas os esperava.

Deitados, mão na mão, de olhar fixo naquela constelação... sim, era aquela a quem chamam Orion. Aquelas três estrelas alinhadas, mesmo ao centro, iguais aos três sinais que ele descobrira dias antes nas costas lindas da menina da lua.

Queria tanto beijá-la, queria tanto percorrer a linha daquela constelação com 1.000 beijos.

Uma outra luz, amarela, surgiu no horizonte, mais forte, no mapa do céu: Marte, brilhava longe de todas as outras.

Lembrou-se da pedra avermelhada que tinha trazido da viagem ao deserto. Redonda, linda, cheia de personalidade, mas baça. Tirou-a do bolso e estendeu-a à menina da lua.

- Para a tua coleção de pedras baças!
É Marte!

Um dia vou comprar uma viagem e vou descolar da Terra.
Vou a Marte.
Sim, para sempre!











A 25 de Maio de 2008, a Phoenix "pousou" em Marte, sendo apenas a 3.ª "aterragem" bem sucedida na superfície daquele planeta.


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